Shevuot 6

Capítulo 6

א שְׁבוּעַת הַדַּיָּנִין, הַטַּעֲנָה שְׁתֵּי כֶסֶף, וְהַהוֹדָאָה בְּשָׁוֶה פְרוּטָה. וְאִם אֵין הַהוֹדָאָה מִמִּין הַטַּעֲנָה, פָּטוּר. כֵּיצַד, שְׁתֵּי כֶסֶף לִי בְיָדֶךָ, אֵין לְךָ בְיָדִי אֶלָּא פְרוּטָה, פָּטוּר. שְׁתֵּי כֶסֶף וּפְרוּטָה לִי בְיָדֶךָ, אֵין לְךָ בְיָדִי אֶלָּא פְרוּטָה, חַיָּב. מָנֶה לִי בְיָדֶךָ, אֵין לְךָ בְיָדִי, פָּטוּר. מָנֶה לִי בְיָדֶךָ, אֵין לְךָ בְיָדִי אֶלָּא חֲמִשִּׁים דִּינָר, חַיָּב. מָנֶה לְאַבָּא בְיָדֶךָ, אֵין לְךָ בְיָדִי אֶלָּא חֲמִשִּׁים דִּינָר, פָּטוּר, מִפְּנֵי שֶׁהוּא כְמֵשִׁיב אֲבֵדָה:
1 O juramento dos juízes [isto é, o juramento pelo qual os juízes o vestem onde há reconhecimento de parte da reivindicação], duas de prata [A reivindicação não deve ser inferior a dois maoth de prata, um terço de um dinar. Para o dinar é seis maoth, o peso de noventa e seis médios se'oroth (grãos de cevada), de modo que o peso equivalente a dois maoth é trinta e dois se'oroth.], E a admissão, o valor de um p'rutah. [A admissão que o torna sujeito a um juramento não deve ser menor que o valor de um p'rutah. De modo que, se o que ele negou foi menos de dois (maoth de prata) ou o que ele admitiu, menos que um p'rutah, ele não é responsável por um juramento da Torá, mas é envolto por um shvuath heseth (um juramento consuetudinal) por ordenança rabínica. Quem é sujeito a um juramento determinado pela Torá deve segurar um objeto na mão (por exemplo, um pergaminho da Torá ou um tefilin) ​​quando jurar; e quem é sujeito a um shvuath hesita não segura um objeto na mão, mas o círculo da congregação ou aquele que o veste, mantém um objeto na mão enquanto o juramento está sendo feito. Existem apenas três juramentos mandatados pela Torá, e não mais: (o juramento de) quem admite parte da reivindicação (o juramento administrado) onde uma testemunha testemunha contra ele e ele jura em refutação da testemunha, e o juramento da observadores (shomrim). Todos os outros juramentos mencionados na Mishnah são prescritos rabinicamente e são semelhantes aos juramentos da Torá, pois um objeto é mantido. A única diferença (substantiva) entre um juramento da Torá e os mencionados na Mishnah é que, se alguém é responsável por um juramento da Torá e se recusa a jurar, o beth-din vai até sua propriedade e o pagamento exato na íntegra, enquanto que, se alguém é responsável para um juramento rabinicamente prescrito e ele se recusa a jurar, ele é colocado sob a proibição até que ele pague ou jure. E se, após trinta dias da proibição, ele ainda se recusar a jurar ou pagar, ele é ferido "faixas de rebelião" (makkoth marduth), a proibição é revogada e ele é "soltado", e eles não se limitam a ele. propriedade.] E se a admissão não for do "tipo" da reivindicação, ele estará isento (de um juramento). Como assim? (Se alguém diz :) "Você me deve duas moedas de prata (maoth", e ele diz :) "Eu lhe devo apenas um p'rutah", ele é isento [a admissão não é do "tipo" da reivindicação, a alegação é "prata" e a admissão de cobre. Isso, somente quando a reivindicação é para o peso de dois maoth de prata ou mais. Mas se ele reivindicar uma moeda de prata, o outro admitiu uma moeda (de cobre)!] "Você me deve duas de prata e uma p'rutah"— "Eu devo a você apenas um p'rutah", ele é responsável, [a premissa é: se a reivindicação é por trigo e cevada e a admissão para qualquer um deles, ele é responsável.] "Você me deve uma juba" —"Não lhe devo nada", ele está isento. "Você me deve uma maneh"—"Eu lhe devo apenas cinquenta dinares", ele é responsável. "Você deve meu pai a maneh"—"Devo-lhe apenas cinquenta dinares", ele está isento, pois é como o devolvedor de um objeto perdido [que está isento de juramento, como aprendemos: se alguém encontra um objeto perdido, ele não está sujeito a um juramento. , para o bem público. E isso, somente quando o filho não reivindica positivamente que deve a seu pai uma maneh, mas apenas provisoriamente. Mas se ele o reivindicou positivamente, e o outro admitiu apenas cinquenta, ele está sujeito a um juramento da Torá, que não é como devolver um objeto perdido.]
ב מָנֶה לִי בְיָדֶךָ, אָמַר לוֹ בִּפְנֵי עֵדִים הֵן. לְמָחָר אָמַר לוֹ תְּנֵהוּ לִי. נְתַתִּיו לָךְ, פָּטוּר. אֵין לְךָ בְיָדִי, חַיָּב. מָנֶה לִי בְיָדֶךָ, אָמַר לוֹ הֵן, אַל תִּתְּנֵהוּ לִי אֶלָּא בְעֵדִים. לְמָחָר אָמַר לוֹ תְּנֵהוּ לִי, נְתַתִּיו לָךְ, חַיָּב, מִפְּנֵי שֶׁצָּרִיךְ לִתְּנוֹ לוֹ בְעֵדִים:
2 "Você me deve uma litra de ouro — "Eu devo a você apenas um litra de prata", ele está isento (de um juramento), [a admissão não é do "tipo" da reivindicação.] "Você me deve um dinar de ouro" —"Devo-lhe apenas um dinar de prata", ou "uma lagoa" ou "um p'rutah", ele é responsável, pois todos são uma espécie de moeda. "Você me deve um kor de produtos"—"Eu devo a você apenas um lethech [meio kor, quinze sa'ah] de pulso", ele não é responsável. "Você me deve um kor de frutas"—"Eu devo a você apenas uma letecia de pulso", ele é responsável, pois o pulso está incluído em "frutos". Se ele reivindicou trigo e a outra cevada admitida, ele está isento. R. Gamliel diz que é responsável. Se ele reivindicou jarros [cheios de] óleo, e o outro admitiu [vazios] vasos—Admon diz: Como ele admitiu parte da reivindicação, ele jura. [Porque é como alguém reivindicando trigo e cevada, e o outro admitindo um deles. A halachá está de acordo com Admon, mas não está de acordo com R. Gamliel, que decide que existe responsabilidade com uma reivindicação de trigo e uma admissão de cevada.] Os sábios dizem que a admissão não é do "tipo" da reivindicação. R. Gamliel disse: "Entendo (isto é, concordo com) as palavras de Admon". Se ele reivindicou navios e terras, e os outros navios admitidos e terras negadas, (ou ele admitiu) terras e navios negados, ele está isento [de um juramento da Torá. (Ele jura) nem por terra nem por navios, a admissão de terra que não sujeita a um juramento, nenhum juramento sendo ordenado por terra.] Se ele admitiu alguma terra, está isento. Se ele admitiu alguns navios, [havendo admissão e negação sem terra], ele é passível de [jurar também pela terra, através de um gilgul shvuah (juramento "rolado")], propriedade não vinculada "carregando" propriedade vinculada por responsabilidade de juramento.
ג לִיטְרָא זָהָב יֶשׁ לִי בְיָדֶךָ, אֵין לְךָ בְיָדִי אֶלָּא לִיטְרָא כֶסֶף, פָּטוּר. דִּינַר זָהָב יֶשׁ לִי בְיָדֶךָ, אֵין לְךָ בְיָדִי אֶלָּא דִּינַר כֶּסֶף, וּטְרִיסִית וּפֻנְדְּיוֹן וּפְרוּטָה, חַיָּב, שֶׁהַכֹּל מִין מַטְבֵּעַ אַחַת. כּוֹר תְּבוּאָה יֶשׁ לִי בְיָדֶךָ, אֵין לְךָ בְיָדִי אֶלָּא לֶתֶךְ קִטְנִית, פָּטוּר. כּוֹר פֵּרוֹת יֶשׁ לִי בְיָדֶךָ, אֵין לְךָ בְיָדִי אֶלָּא לֶתֶךְ קִטְנִית, חַיָּב, שֶׁהַקִּטְנִית בִּכְלַל פֵּרוֹת. טְעָנוֹ חִטִּין, וְהוֹדָה לוֹ בִשְׂעֹרִים, פָּטוּר. וְרַבָּן גַּמְלִיאֵל מְחַיֵּב. הַטּוֹעֵן לַחֲבֵרוֹ בְכַדֵּי שֶׁמֶן וְהוֹדָה לוֹ בַקַּנְקַנִּים, אַדְמוֹן אוֹמֵר, הוֹאִיל וְהוֹדָה לוֹ מִקְצָת מִמִּין הַטַּעֲנָה, יִשָּׁבֵעַ. וַחֲכָמִים אוֹמְרִים, אֵין הַהוֹדָאָה מִמִּין הַטַּעֲנָה. אָמַר רַבָּן גַּמְלִיאֵל, רוֹאֶה אֲנִי אֶת דִּבְרֵי אַדְמוֹן. טְעָנוֹ כֵלִים וְקַרְקָעוֹת, וְהוֹדָה בַכֵּלִים וְכָפַר בַּקַּרְקָעוֹת, בַּקַּרְקָעוֹת וְכָפַר בַּכֵּלִים, פָּטוּר. הוֹדָה בְמִקְצָת הַקַּרְקָעוֹת, פָּטוּר. בְּמִקְצָת הַכֵּלִים, חַיָּב, שֶׁהַנְּכָסִים שֶׁאֵין לָהֶם אַחֲרָיוּת זוֹקְקִין אֶת הַנְּכָסִים שֶׁיֵּשׁ לָהֶן אַחֲרָיוּת לִשָּׁבַע עֲלֵיהֶן:
3 Nenhum juramento é feito sob a alegação de um cheresh, um shoteh (um imbecil) ou um menor. [("cheresh") :) como quando o cheresh afirma gesticulando, pois o "cheresh" mencionado pelos sábios em todos os lugares é aquele que não ouve nem fala. ("um menor"): está sendo escrito (Êxodo 22: 6): "Se um homem dá ao próximo, etc.", e o "dar" a um menor é insubstancial. E cheresh e shoteh são como menores a esse respeito. E é somente com um juramento da Torá que alguém não jura sob a reivindicação de um menor, mas um shvuath heseth é imposto por sua reivindicação.] E um menor não é amaldiçoado, mas alguém é amado por um menor e por hekdesh (dedicado propriedade). [Se alguém receber o pagamento exato da propriedade de um menor, ele poderá fazê-lo apenas com um juramento. Da mesma forma, se alguém faz sua propriedade hekdesh e uma fatura é emitida contra ela e o titular da fatura chega ao pagamento exato dessa propriedade, ele exige um juramento.]
ד אֵין נִשְׁבָּעִין עַל טַעֲנַת חֵרֵשׁ שׁוֹטֶה וְקָטָן, וְאֵין מַשְׁבִּיעִין אֶת הַקָּטָן, אֲבָל נִשְׁבָּעִים לַקָּטָן וְלַהֶקְדֵּשׁ:
4 E estas são coisas pelas quais não se usa: fiadores, notas, terras e hekdeshoth (propriedade dedicada), [que está sendo escrita (Êxodo 22: 8): "Por toda coisa de violação" —geral; "para um boi, para um jumento, para um cordeiro, para uma roupa"—especial; "para todo objeto perdido"—reversão para o geral. "Geral-particular-geral"—a decisão segue a natureza do particular, a saber: Assim como o particular é explicitamente algo móvel e de valor monetário intrínseco, todos (para impor responsabilidade por juramento) devem ser móveis e de valor monetário intrínseco: excluir a terra, que não é móvel; excluir escravos, que são comparados à terra; excluir contas, que, embora móveis, não têm valor monetário intrínseco (mas apenas documentos corroborativos). Por tudo isso, um não é usado. E não se está habituado a hekdesh, como está escrito (Ibid. 9): "Se um homem der ao seu próximo"—e não (propriedade) de hekdesh.] Eles não estão sujeitos a pagamento duplo (kefel), [kefel sendo pago apenas pelas coisas incluídas nessa seção como sendo da natureza do particular] e não são (sujeitos a ) quatro e cinco pagamentos. [Onde quer que o kefel não seja obtido, não há quatro e cinco pagamentos. Pela ausência de kefel, o pagamento é de três e quatro; e a Torá especifica "quatro e cinco" pagamento, e não "três e quatro".]], um shomer chinam (um observador não remunerado) não jura (por essas coisas). [A única coisa pela qual um shomer chinam é responsável é um juramento, sendo escrito (Êxodo 22: 7): "Então o dono da casa (shomer chinam) se aproximará dos juízes (prestar juramento) de que ele não enviou sua mão etc."; e essa seção fala de um shomer chinam. E ele não é procurado por fiadores, terras e notas, sendo escrito (Ibid. 6): "Se um homem der ao seu próximo"—geral; "dinheiro ou embarcações"—especial; "assistir"—reversão para o geral. "Geral-particular-geral"—A decisão segue a natureza do particular, a saber: Assim como o particular é explicitamente algo móvel e de valor monetário intrínseco, todos os outros, etc .: excluir terras, que não são móveis, etc. E para todo o mencionado acima não está sujeito a um juramento determinado pela Torá, mas ele é sempre responsável por um shvuath heseth.], um nosei sachar (um vigia pago) não paga (por essas coisas). [(Ele não paga) por roubo e perda pelos quais as Escrituras o tornam responsável, viz. (Ibid. 11): "Se for roubado, lhe será roubado, ele pagará ao seu dono". Mas, para fiadores, terras e notas, ele não paga, sendo escrito em relação a um shomer sachar (Ibid. 9): "Se um homem der a seu próximo"—geral; "um jumento, um boi, um cordeiro ou qualquer animal"—especial; "assistir"—reversão para o geral, etc., como indicado acima. "seu vizinho" é escrito tanto em relação a shomer chinam quanto a shomer sachar, implicando seu vizinho, e não hekdesh. Shoel (um tomador de empréstimo e socher (um contratador) não é mencionado aqui para excluir fiadores, terrenos, notas e hekdesh. Para empréstimos geralmente não se obtém com terrenos e notas; muito mais contratações, que não se aplicam às contas. R. Shimon diz: Kodshim (objetos santificados) que o dono é obrigado a restaurar (se estiverem perdidos) está sujeito a um juramento; aqueles que são proibidos de emprestar ou contratar. ele não é obrigado a restaurar não está sujeito a um juramento.
ה וְאֵלּוּ דְבָרִים שֶׁאֵין נִשְׁבָּעִין עֲלֵיהֶן, הָעֲבָדִים, וְהַשְּׁטָרוֹת, וְהַקַּרְקָעוֹת, וְהַהֶקְדֵּשׁוֹת. אֵין בָּהֶן תַּשְׁלוּמֵי כֶפֶל וְלֹא תַשְׁלוּמֵי אַרְבָּעָה וַחֲמִשָּׁה. שׁוֹמֵר חִנָּם אֵינוֹ נִשְׁבָּע. נוֹשֵׂא שָׂכָר אֵינוֹ מְשַׁלֵּם. רַבִּי שִׁמְעוֹן אוֹמֵר, קָדָשִׁים שֶׁחַיָּב בְּאַחֲרָיוּתָן, נִשְׁבָּעִין עֲלֵיהֶן. וְשֶׁאֵינוֹ חַיָּב בְּאַחֲרָיוּתָן, אֵין נִשְׁבָּעִין עֲלֵיהֶם:
5 R. Meir diz: Há coisas que são como terra e que não são como terra; e os sábios não concordam com ele. Como assim? (Se alguém diz :) "Eu lhe dei dez videiras em carga", e o outro diz: "São apenas cinco", R. Meir exige um juramento, e os sábios dizem: Tudo o que está preso ao chão é como o chão. [Uvas que aguardam colheita são o ponto de diferença entre os sábios e R. Meir. Segundo R. Meir, as uvas que aguardam a colheita são consideradas colhidas e, de acordo com os sábios, elas não são consideradas colhidas. A halachá está de acordo com os sábios. E isso, apenas em relação aos observadores (shomrim), mas em relação à compra e venda e ona'ah (sobrecarga), e admitir parte da reivindicação—em todos eles sustentam que o que aguarda a colheita é considerado como colhido. E esta é a halachá.] Um juramento é feito apenas sobre algo que pode ser medido ou pesado. Como assim? (Se alguém disser :) "Eu lhe dei uma casa cheia (de produtos)", ou: "Eu lhe dei uma bolsa cheia (de dinheiro)" e o outro diz: "Eu não sei, mas pegue o que você ", ele está isento (de um juramento). Se um diz: "Até o ziz" [uma viga do andar superior projetando-se de dentro da casa], e o outro: "Até a janela", ele é responsável. [A regra: ninguém é responsável por um juramento da Torá, a menos que a reivindicação seja por algo que possa ser medido, pesado ou contado, e haja admissão de parte da medida, peso ou contagem.]
ו רַבִּי מֵאִיר אוֹמֵר, יֵשׁ דְּבָרִים שֶׁהֵן כַּקַּרְקַע וְאֵינָן כַּקַּרְקַע, וְאֵין חֲכָמִים מוֹדִים לוֹ. כֵּיצַד, עֶשֶׂר גְּפָנִים טְעוּנוֹת מָסַרְתִּי לָךְ, וְהַלָּה אוֹמֵר אֵינָן אֶלָּא חָמֵשׁ, רַבִּי מֵאִיר מְחַיֵּב שְׁבוּעָה. וַחֲכָמִים אוֹמְרִים, כָּל הַמְחֻבָּר לַקַּרְקַע הֲרֵי הוּא כַקַּרְקַע. אֵין נִשְׁבָּעִין אֶלָּא עַל דָּבָר שֶׁבַּמִּדָּה וְשֶׁבַּמִּשְׁקָל וְשֶׁבַּמִּנְיָן. כֵּיצַד, בַּיִת מָלֵא מָסַרְתִּי לָךְ וְכִיס מָלֵא מָסַרְתִּי לָךְ, וְהַלָּה אוֹמֵר אֵינִי יוֹדֵעַ אֶלָּא מַה שֶּׁהִנַּחְתָּ אַתָּה נוֹטֵל, פָּטוּר. זֶה אוֹמֵר עַד הַזִּיז וְזֶה אוֹמֵר עַד הַחַלּוֹן, חַיָּב:
6 Se alguém empresta seu próximo a uma promessa, [o credor se torna um sacro sachar por ela, independentemente de a promessa ter sido aceita ou não no momento do empréstimo. Se a promessa foi perdida ou roubada, e foi tanto quanto (o valor da) dívida, a (perda) da promessa cancela a dívida e nenhum deles tem uma reclamação contra o outro. Se a dívida fosse superior à promessa, o mutuário paga ao credor a diferença. Se a promessa fosse superior à dívida, o credor paga ao mutuário. E se ele foi perdido por acidente, caso em que um shomer sachar não é responsável, o credor também não é responsável. Ele jura que foi perdido por acidente e cobra a dívida inteira.]—Se a promessa se perdesse: se ele dissesse: "Eu lhe emprestei um sela por isso, e (a promessa) valeu um siclo [meio sela]", e o outro disse: "Não, você me emprestou um sela e valia um sela ", ele é isento (de um juramento). (Se alguém dissesse :) "Eu lhe emprestei um sela por isso, e valeu a pena um siclo", e o outro disse: "Não, você me emprestou um sela por isso e valeu três dinares", ele é responsável. [Pois ele admite parte da alegação, um sela sendo quatro dinares.] (Se alguém dissesse :) "Você me emprestou um sela por ele, e valeu dois (selaim)", e o outro disse: "Não, eu lhe emprestou um sela por isso, e valeu um sela ", ele é isento. (Se alguém dissesse :) "Você me emprestou um sela por isso, e valeu a pena dois" e o outro disse: "Não, eu lhe emprestei um sela por isso, e valeu cinco dinares", ele é responsável. E quem jura [primeiro]? Aquele que manteve o compromisso. [ie, o credor, que detinha a promessa, jura que não a possui mais], para que este (o mutuário) jure, e o outro (o credor) a produza. [Como o mutuário deve jurar quanto sua promessa valeu, e o credor deve jurar que ele não a possui, mesmo que pague por ela (pois temos medo de que ele possa "ter olhado para ela") , beth-din denuncia primeiro o credor que ele não o possui; depois, denunciam o credor quanto ao seu valor, para que o credor não jure primeiro sem ser específico quanto ao seu verdadeiro valor, e o credor, em seguida, produz a promessa e o desqualifica por testemunho e juramento.]
ז הַמַּלְוֶה אֶת חֲבֵרוֹ עַל הַמַּשְׁכּוֹן וְאָבַד הַמַּשְׁכּוֹן, אָמַר לוֹ סֶלַע הִלְוִיתִיךָ עָלָיו וְשֶׁקֶל הָיָה שָׁוֶה, וְהַלָּה אוֹמֵר לֹא כִי אֶלָּא סֶלַע הִלְוִיתַנִי עָלָיו וְסֶלַע הָיָה שָׁוֶה, פָּטוּר. סֶלַע הִלְוִיתִיךָ עָלָיו וְשֶׁקֶל הָיָה שָׁוֶה, וְהַלָּה אוֹמֵר לֹא כִי אֶלָּא סֶלַע הִלְוִיתַנִי עָלָיו וּשְׁלשָׁה דִינָרִים הָיָה שָׁוֶה, חַיָּב. סֶלַע הִלְוִיתַנִי עָלָיו וּשְׁתַּיִם הָיָה שָׁוֶה, וְהַלָּה אוֹמֵר לֹא כִי אֶלָּא סֶלַע הִלְוִיתִיךָ עָלָיו וְסֶלַע הָיָה שָׁוֶה, פָּטוּר. סֶלַע הִלְוִיתַנִי עָלָיו וּשְׁתַּיִם הָיָה שָׁוֶה, וְהַלָּה אוֹמֵר לֹא כִי אֶלָּא סֶלַע הִלְוִיתִיךָ עָלָיו וַחֲמִשָּׁה דִינָרִים הָיָה שָׁוֶה, חַיָּב. וּמִי נִשְׁבָּע, מִי שֶׁהַפִּקָּדוֹן אֶצְלוֹ, שֶׁמָּא יִשָּׁבַע זֶה וְיוֹצִיא הַלָּה אֶת הַפִּקָּדוֹן:
7 Aquele que empresta a seu companheiro uma garantia, e ele perdeu a garantia, e ele lhe disse: Eu lhe emprestei uma sela [uma moeda de prata], e valeu um shekel [meio sela ], e este diz, não, você me emprestou uma sela sobre ela, e valeu a pena uma sela , ele está isento. Eu lhe emprestei um sela e valeu um siclo , e este diz: não, você me emprestou um sela e valeu três dinarim [três quartos de sela ], ele é responsável. Eu lhe emprestei um sela , e valeu a pena dois, e este diz: não, você me emprestou um sela , e valeu a sela , ele é isento. Eu lhe emprestei um sela , e valeu a pena dois, e este diz: não, você me emprestou um sela , e valeu cinco dinarim , ele é responsável. E quem jura? Aquele em cuja posse está o depósito, para que ele [o devedor] jure e este [o credor] retire [o presente] o depósito.