Eruvin 8

Capítulo 8

א כֵּיצַד מִשְׁתַּתְּפִין בַּתְּחוּמִין. מֵנִיחַ אֶת הֶחָבִית וְאוֹמֵר, הֲרֵי זֶה לְכָל בְּנֵי עִירִי, לְכָל מִי שֶׁיֵּלֵךְ לְבֵית הָאֵבֶל אוֹ לְבֵית הַמִּשְׁתֶּה. וְכֹל שֶׁקִּבֵּל עָלָיו מִבְּעוֹד יוֹם, מֻתָּר. מִשֶּׁתֶּחְשַׁךְ, אָסוּר, שֶׁאֵין מְעָרְבִין מִשֶּׁתֶּחְשָׁךְ:
1 Como é feita uma parceria tchum (vinculada ao sábado)? Ele pousa o jarro (de comida) e diz: "Isto é para todos os homens da minha cidade, para quem quer que vá à casa do enlutado ou à casa do banquete (do casamento) [ou seja, para fins de mitzvá, sendo a decisão : Eruvei tchumin são feitos apenas para fins de mitzvá.] E todos os que se comprometeram [a confiar neste eruv] enquanto ainda era dia são autorizados a fazê-lo. E depois do anoitecer (ou seja, no Shabbath), é proibido, um eruv não sendo feito após o anoitecer. [Isto, quando eles não o avisaram (do eruv) enquanto ainda era dia; mas se o fizeram, mesmo que ele se encarregasse de confiar nesse eruv de certeza somente depois ficou escuro, é permitido.]
ב כַּמָּה הוּא שִׁעוּרוֹ, מְזוֹן שְׁתֵּי סְעוּדוֹת לְכָל אֶחָד. מְזוֹנוֹ לְחֹל וְלֹא לְשַׁבָּת, דִּבְרֵי רַבִּי מֵאִיר. רַבִּי יְהוּדָה אוֹמֵר, לְשַׁבָּת וְלֹא לְחֹל. וְזֶה וָזֶה מִתְכַּוְּנִין לְהָקֵל. רַבִּי יוֹחָנָן בֶּן בְּרוֹקָה אוֹמֵר, מִכִּכָּר בְּפֻנְדְּיוֹן, מֵאַרְבַּע סְאִין בְּסֶלַע. רַבִּי שִׁמְעוֹן אוֹמֵר, שְׁתֵּי יָדוֹת לְכִכָּר מִשָּׁלֹשׁ לְקָב. חֶצְיָהּ לְבַיִת הַמְנֻגָּע, וַחֲצִי חֶצְיָהּ לִפְסֹל אֶת הַגְּוִיָּה:
2 Qual é a quantia (necessária) (para um tchum eruv)? O suficiente para duas refeições para cada um (participando do eruv) [Como ele adquire habitação lá, ele deve colocar lá a comida que ele precisa para o Shabbath.], Sua comida por um dia da semana e não para o Shabbath. Estas são as palavras de R. Meir. R. Yehudah diz: Para o sábado e não para um dia da semana. E ambos (R. Meir e R. Yehudah) pretendem ser indulgentes (em sua decisão). [R. Meir sustenta que no Shabbath se come mais, pois a comida é mais saborosa. E R. Yehudah sustenta que, como no Shabbath se come três refeições, ele não come muito a cada refeição, de modo que duas refeições durante a semana são mais do que duas refeições no sábado.] R. Yochanan b. B'roka diz: Um pão para um pundion, quatro sa'ah para um sela [isto é, um pão comprado para um pundion quando quatro sa'ah de trigo são vendidos por um sela. Quatro sa'ah são vinte e quatro kavin, e um sela é vinte e quatro ma'ah, que há um kav em cada ma'ah. Uma ma'ah são duas pundioninas—de modo que um pão vendido no mercado por um pundion é de meio kav. E o lojista recebe metade do salário para assar e moer, de modo que um pão comprado de um lojista por um pundion é um quarto de kav, que são seis ovos, um kav sendo vinte e quatro ovos. E esta é a quantidade das duas refeições (necessárias) para o eruv, de acordo com R. Yochanan b. B'roka. A halachá está de acordo com ele.] R. Shimon diz: Dois terços de um pão de três a um kav. [Ele reduz a quantidade, dizendo que dois terços de um pão de três pães para um kav é suficiente para um eruv. Um pedaço inteiro de oito ovos é um terço de um kav. Dois terços disso— cinco e um terceiro ovo —são duas refeições.] Metade de uma casa com uma mancha de peste. [Esta é uma Mishná anônima e deve ser entendida da seguinte forma: Metade de um pão completo, de acordo com a estimativa de ambos (R. Yochanan b. B'roka e R. Shimon) é a quantidade para (o critério de) "permanecer "em uma casa com uma mancha de peste. Para quem entra em uma casa com uma peste leprosa, embora se torne imundo imediatamente, não é obrigado a lavar suas roupas até que "permaneça" lá o tempo suficiente para comer, "tempo suficiente para comer" sendo entendido o tempo suficiente para comer meio pão. De acordo com R. Yochanan b. B'roka, que diz que um pão inteiro é um quarto de kav, que é seis ovos, metade dos quais, três ovos, são os "pras" (meio pão) em todo o Talmud. E de acordo com R. Shimon, que diz que um pão inteiro é um terço de um kav, que é oito ovos, metade dos quais, quatro ovos, são os "pras" de todo o Talmude. E apesar de R. Shimon sustentar que um pão inteiro contém três refeições (dois terços de um pão constituindo duas refeições de acordo com R. Shimon), isso é em relação ao eruv, onde a intenção era ser branda, de modo que dois as refeições não eram necessárias. Mas em todos os outros lugares R. Shimon sustenta que uma refeição não é menos que meio terço de um terço de kav, sendo o critério de comer este meio pão, quatro ovos.] Metade da metade para renderizar o corpo impróprio. [Se alguém come meio pras de alimentos impuros, seu corpo se torna impuro pela ordenança rabínica em relação à ingestão de terumah. E meio pras é um ovo e meio, de acordo com R. Yochanan b. B'roka e dois ovos de acordo com R. Shimon.]
ג אַנְשֵׁי חָצֵר וְאַנְשֵׁי מִרְפֶּסֶת שֶׁשָּׁכְחוּ וְלֹא עֵרְבוּ, כֹּל שֶׁגָּבוֹהַּ עֲשָׂרָה טְפָחִים, לַמִּרְפֶּסֶת. פָּחוֹת מִכָּאן, לֶחָצֵר. חֻלְיַת הַבּוֹר וְהַסֶּלַע, גְּבוֹהִים עֲשָׂרָה טְפָחִים, לַמִּרְפֶּסֶת. פָּחוֹת מִכָּאן, לֶחָצֵר. בַּמֶּה דְבָרִים אֲמוּרִים, בִּסְמוּכָה. אֲבָל בְּמֻפְלֶגֶת, אֲפִלּוּ גָבוֹהַּ עֲשָׂרָה טְפָחִים, לֶחָצֵר. וְאֵיזוֹ הִיא סְמוּכָה, כֹּל שֶׁאֵינָהּ רְחוֹקָה אַרְבָּעָה טְפָחִים:
3 Os homens de um pátio e os homens de um mirpeseth (uma varanda) que esqueceram e não fizeram um eruv —o que for maior que dez tefachim pertence ao mirpeseth; mais baixo que isso, para o pátio. [("mirpeseth") :) um lugar alto no pátio de uma casa onde muitas câmaras superiores se abrem. E todos eles (os ocupantes das câmaras superiores) saem por uma escada para o pátio e, a partir dela, para o domínio público. Não obstante, eles (os ocupantes superiores) não proíbem (os inferiores), uma vez que o mirpeseth tem dez tefachim de altura (e, portanto, um domínio separado). Isso, desde que os homens do mirpeseth façam um eruv para si mesmos no mirpeseth, de modo que seja "um pé que é permitido em seu lugar" e não proíba (veja 6: 9). ("e não fizeram eruv") estes (os homens do mirpeseth) com estes (os homens do pátio), mas cada um entre si. ("o que for maior que dez tefachim") :) Se houver no pátio um monte ou um poste, dez tefachim alto perto do mirpeseth e o mirpeseth não será dez tefachim mais alto que o post, para que o post seja facilmente acessível ao os homens do mirpeseth, o mirpeseth o "comandam", e eles (os homens do mirpeseth) o usam, e não os homens do pátio. ("mais baixo do que isso, para o pátio") :) ie, também para o pátio, dois domínios que o comandam, o mirpeseth e o pátio. E se eles não fizeram um eruv um com o outro, ambos são proibidos nele.] O chuliah de um buraco ou uma pedra com dez tefachim alto pertence ao mirpeseth; mais baixo que isso, para o pátio. [(O chuliah de um buraco ":) a borda superior do buraco. Se estiver dez tefachim acima do (nível do pátio, o domínio dos mirpesés o comanda. Isso, desde que o buraco esteja cheio até sua boca com coisas que é proibido mover no Shabbath, caso em que sua altura, com certeza, não será diminuída (assim como uma pedra não é diminuída) e (desde que) esteja nivelada com o chão do mirpeseth. se o buraco não estiver cheio, ou mesmo se estiver cheio de coisas que é permitido levar no sábado e, assim, diminuí-lo—pois se diminuído, é proibido, agora, mesmo que não seja diminuído, também é proibido. E se o mirpeseth e o pátio não fizeram um eruv uns com os outros, ambos são proibidos nele.] Quando é isso? (que um chuliah dez tefachim alto pertence ao mirpeseth) Quando está perto [do mirpeseth]. Mas se está longe disso, mesmo que tenha dez tefachim de altura, (pertence) [também] ao pátio [assim como ao mirpeseth, e ambos são proibidos se não fizeram eruv uns com os outros. ] E o que é "próximo"? Tudo o que não está a quatro tefachim distante.
ד הַנּוֹתֵן אֶת עֵרוּבוֹ בְּבֵית שַׁעַר, אַכְסַדְרָה וּמִרְפֶּסֶת, אֵינוֹ עֵרוּב. וְהַדָּר שָׁם, אֵינוֹ אוֹסֵר עָלָיו. בְּבֵית הַתֶּבֶן וּבְבֵית הַבָּקָר וּבְבֵית הָעֵצִים וּבְבֵית הָאוֹצָרוֹת, הֲרֵי זֶה עֵרוּב. וְהַדָּר שָׁם, אוֹסֵר עָלָיו. רַבִּי יְהוּדָה אוֹמֵר, אִם יֶשׁ שָׁם תְּפִיסַת יָד שֶׁל בַּעַל הַבַּיִת, אֵינוֹ אוֹסֵר עָלָיו:
4 Se alguém coloca seu eruv [um pátio eruv] em uma casa de portão [um lugar perto do portão do pátio, onde era costume colocar um vigia para impedir que homens em domínio público entrassem no pátio], em um achsadrah ( um lugar coberto na frente da casa) ou em um mirpeseth, não é um eruv, e se alguém mora lá [no portão do pátio], ele não o proíbe [o dono do pátio. E ele não precisa fornecer um pão, pois não é uma habitação.] (Se alguém colocar seu eruv) no galpão de palha, o galpão de gado, o galpão de madeira ou o armazém, é um eruv e aquele quem mora lá o proíbe. [Se o dono da casa emprestou uma que seu galpão morasse, ele o proibiu) (o dono da casa), uma vez que (o galpão) se abre para o pátio.] R. Yehudah diz: Se a casa o dono tem direitos na casa [isto é, se ele tem um lugar na casa do outro onde ele esconde seus vasos], ele não o proíbe (o dono da casa). [Isto, somente quando não houver outros moradores lá (no pátio); mas se houver, ele os proíbe. Testemunha: "ele não o proíbe". É ele (o dono da casa) que ele não proíbe, mas ele proíbe outros moradores, mesmo que o dono da casa tenha feito um eruv com eles. E se os vasos que o dono da casa coloca, tais como os que podem ser movidos no sábado, isso não constitui "direitos", e ele o proíbe. Pois, se ele quiser, pode levá-los e colocá-los do lado de fora.]
ה הַמַּנִּיחַ בֵּיתוֹ וְהָלַךְ לִשְׁבּוֹת בְּעִיר אַחֶרֶת, אֶחָד נָכְרִי וְאֶחָד יִשְׂרָאֵל, הֲרֵי זֶה אוֹסֵר, דִּבְרֵי רַבִּי מֵאִיר. רַבִּי יְהוּדָה אוֹמֵר, אֵינוֹ אוֹסֵר. רַבִּי יוֹסֵי אוֹמֵר, נָכְרִי אוֹסֵר, יִשְׂרָאֵל אֵינוֹ אוֹסֵר, שֶׁאֵין דֶּרֶךְ יִשְׂרָאֵל לָבֹא בְשַׁבָּת. רַבִּי שִׁמְעוֹן אוֹמֵר, אֲפִלּוּ הִנִּיחַ בֵּיתוֹ וְהָלַךְ לִשְׁבּוֹת אֵצֶל בִּתּוֹ בְאוֹתָהּ הָעִיר, אֵינוֹ אוֹסֵר, שֶׁכְּבָר הִסִּיעַ מִלִּבּוֹ:
5 Se alguém sai de sua casa e vai passar o Shabbath em uma cidade diferente, seja gentia ou judia, ele proíbe [porque uma habitação sem habitantes é (ainda) chamada de habitação.] Essas são as palavras de R. Meir. R. Yehudah diz: Ele não proíbe. R. Yossi diz: Um gentio proíbe; um judeu não proíbe. Pois não é provável que um judeu retorne no Shabbath. [Ele também sustenta que isso não é chamado de moradia; mesmo assim, um gentio proíbe, porque ele pode voltar no Shabbath. A halachá está de acordo com R. Yossi.] R. Shimon diz: Mesmo que ele saísse de casa e fosse morar com sua filha naquela cidade, ele não o proíbe, pois o coloca (voltando para casa para o Shabat) fora de casa. a mente dele. [Especificamente, "sua filha", porque alguém "faz as pazes" ao ficar com seu genro. Mas não se esquece sua casa em ficar com seu filho. Pois existe a possibilidade de ele discutir com a nora e ir embora. A halachá está de acordo com R. Shimon.]
ו בּוֹר שֶׁבֵּין שְׁתֵּי חֲצֵרוֹת, אֵין מְמַלְּאִין מִמֶּנּוּ בְשַׁבָּת, אֶלָּא אִם כֵּן עָשׂוּ לוֹ מְחִצָּה גָבוֹהַּ עֲשָׂרָה טְפָחִים בֵּין מִלְמַעְלָה, בֵּין מִלְּמַטָּה, בֵּין מִתּוֹךְ אֹגְנוֹ. רַבָּן שִׁמְעוֹן בֶּן גַּמְלִיאֵל אוֹמֵר, בֵּית שַׁמַּאי אוֹמְרִים, מִלְּמַטָּה. וּבֵית הִלֵּל אוֹמְרִים, מִלְמָעְלָה. אָמַר רַבִּי יְהוּדָה, לֹא תְהֵא מְחִצָּה גְדוֹלָה מִן הַכֹּתֶל שֶׁבֵּינֵיהֶם:
6 Um buraco entre dois pátios, [metade em um e metade no outro] —é proibido enchê-lo no Shabbath, [pois (ao fazê-lo), um se enche do domínio de seu vizinho; e isso é proibido se os pátios não tiverem sido unidos por um eruv], a menos que eles façam uma partição com dez tefachim de altura, seja acima [ie, nove tefachim da partição acima da água e um tefach submerso nela] ou abaixo [isto é, nove tefachim submersos nele e um tefach visível acima], ou do meio de sua cavidade, [mesmo que a partição não toque a água, sendo esta uma regra branda dos sábios em relação à água , (os sábios) dizendo que percebemos a partição como se estendendo para baixo. Isso, desde que esteja no meio da cavidade do buraco, para que seja percebido como uma partição.] Beth Shammai diz: abaixo. Beth Hillel diz: acima. R. Yehudah disse: A partição não deve ser maior que a parede entre eles! [isto é (não deve ser mais eficaz) do que a própria parede que separa os pátios e corre sobre o buraco, mesmo que não desça para dentro de sua cavidade (ou seja, a partição é supérflua.) A halachá não está de acordo com R. Yehudah.]
ז אַמַּת הַמַּיִם שֶׁהִיא עוֹבֶרֶת בֶּחָצֵר, אֵין מְמַלְּאִין הֵימֶנָּה בְשַׁבָּת, אֶלָּא אִם כֵּן עָשׂוּ לָהּ מְחִצָּה גָבוֹהַּ עֲשָׂרָה טְפָחִים בַּכְּנִיסָה וּבַיְצִיאָה. רַבִּי יְהוּדָה אוֹמֵר, כֹּתֶל שֶׁעַל גַּבָּהּ תִּדּוֹן מִשּׁוּם מְחִצָּה. אָמַר רַבִּי יְהוּדָה, מַעֲשֶׂה בָאַמָּה שֶׁל אָבֵל שֶׁהָיוּ מְמַלְּאִין מִמֶּנָּה עַל פִּי זְקֵנִים בְּשַׁבָּת. אָמְרוּ לוֹ, מִפְּנֵי שֶׁלֹּא הָיָה בָהּ כַּשִּׁעוּר:
7 Um curso de água passando por um pátio [(Mesmo em um domínio privado, é um karmelith (um domínio distinto)) —é proibido enchê-lo no Shabat, a menos que se faça uma partição para ele [no meio de sua cavidade ao longo de sua largura, que é distintamente reconhecível como tendo sido feita para o curso da água], com dez tefachim de altura, à sua entrada e no seu término. R. Yehudah disse: O muro em cima dele é julgado uma partição. R. Yehudah diz: Aconteceu com o curso d'água de Avel, [que passou pelos pátios] que eles encheram (água) dele [nos pátios], governando os anciãos no Shabat, [a partição do muro do pátio que serve para esse fim, R. Yehudah sendo consistente com sua decisão, na qual ele também difere em relação a um buraco. A halachá não está de acordo com ele.] Disseram-lhe: Tinha menos do que o tamanho exigido [para um karmelith, não tendo dez tefachim de profundidade ou quatro tefachim de largura, sem o qual a água não se torne um domínio em si. ser considerado um karmelith. Se eles fizeram para ela uma divisória na entrada e não no terminal, não adiantou, pois está conectada à água do lado de fora do pátio em questão, de modo que tudo se torna um karmelith. Se eles chegaram no terminal, mas não na entrada, o mesmo não aconteceu, pois está conectado às águas superiores do lado de fora do pátio. Mas se eles fizeram divisórias na entrada e no término, de fato aproveitam, pois as águas dão a aparência de começar neste pátio.]
ח גְּזֻזְטְרָא שֶׁהִיא לְמַעְלָה מִן הַמַּיִם, אֵין מְמַלְּאִין הֵימֶנָּה בְשַׁבָּת, אֶלָּא אִם כֵּן עָשׂוּ לָהּ מְחִצָּה גָבוֹהַּ עֲשָׂרָה טְפָחִים, בֵּין מִלְמַעְלָה בֵּין מִלְּמַטָּה. וְכֵן שְׁתֵּי גְזֻזְטְרָאוֹת זוֹ לְמַעְלָה מִזּוֹ. עָשׂוּ לָעֶלְיוֹנָה וְלֹא עָשׂוּ לַתַּחְתּוֹנָה, שְׁתֵּיהֶן אֲסוּרוֹת עַד שֶׁיְּעָרֵבוּ:
8 Uma varanda projetando-se sobre a água —é proibido enchê-lo no Shabat, a menos que eles façam uma partição nele com dez tefachim de altura [ao redor da varanda ou ao redor do buraco, quatro por quatro, escavado no meio; pois dizemos que percebemos a partição como se estendendo para baixo], acima [do buraco na varanda] ou abaixo, [ie, presa à varanda de baixo. Rambam explica: "abaixo"—na água em frente ao buraco da varanda. Pois dizemos que percebemos que a divisória se estende para cima, como se ela alcançasse o buraco na varanda da qual foi preenchida.] Da mesma forma, duas varandas, uma acima da outra, [e o buraco do qual ela é preenchida]. superior alinhado com o orifício na parte inferior]—se eles fizeram (uma partição) para a parte superior [isto é, se os homens da parte inferior eram parceiros com os da parte superior para fazer uma partição na parte superior], e eles não fizeram uma para a parte inferior, ambos são proibidos até que faça um eruv, [já que os inferiores são parceiros na partição do superior, eles (o inferior) os proíbem. E se eles fizeram uma partição para o inferior e não fizeram para o superior, mesmo que o superior não tenha parceria na partição do inferior, ambos serão proibidos: o superior, porque não possui uma partição; e a inferior, porque a parte superior tem um "caminho" por ela, enchendo também a água a partir daí, de modo que a parte superior proíbe a parte inferior até que eles (os homens da parte superior) façam um eruv com ela (a parte inferior) . Isso quando as duas varandas estão dez tefachim ou mais distantes uma da outra. Mas se eles estão a menos de dez tefachim um do outro, mesmo se os dois fizeram uma partição, eles se proíbem até que façam um eruv.]
ט חָצֵר שֶׁהִיא פְחוּתָה מֵאַרְבַּע אַמּוֹת, אֵין שׁוֹפְכִין בְּתוֹכָהּ מַיִם בְּשַׁבָּת, אֶלָּא אִם כֵּן עָשׂוּ לָהּ עוּקָה מַחֲזֶקֶת סָאתַיִם מִן הַנֶּקֶב וּלְמַטָּה, בֵּין מִבַּחוּץ בֵּין מִבִּפְנִים, אֶלָּא שֶׁמִּבַּחוּץ צָרִיךְ לִקְמוֹר, מִבִּפְנִים אֵין צָרִיךְ לִקְמוֹר:
9 Um pátio menor que quatro côvados —a água não deve ser derramada no Shabbath, [pois em quatro côvados (ou mais), a água que se costuma usar todos os dias é absorvida em seu lugar e não sai para o domínio público. Em menos de quatro côvados, ele não é absorvido em seu lugar e sai para o domínio público], a menos que alguém faça um buraco que possa conter duas sa'ah, [sendo essa a quantidade de água suficiente para o uso de um dia ], do canal para baixo, [ou seja, a cavidade do buraco deve conter duas sa'ah antes que a água atinja o canal em sua borda através da qual flui para o domínio público], dentro ou fora, [ou seja, se ele fez o buraco no pátio ou no domínio público.] É que, se ele conseguiu sair, ele deve abri-lo, [isto é, ele deve fazer uma espécie de cobertura de cúpula para ele, de modo que seja diferente do domínio público]; mas se ele conseguiu entrar, não precisa saltar.
י רַבִּי אֱלִיעֶזֶר בֶּן יַעֲקֹב אוֹמֵר, בִּיב שֶׁהוּא קָמוּר אַרְבַּע אַמּוֹת בִּרְשׁוּת הָרַבִּים, שׁוֹפְכִין לְתוֹכוֹ מַיִם בְּשַׁבָּת. וַחֲכָמִים אוֹמְרִים, אֲפִלּוּ גַג אוֹ חָצֵר מֵאָה אַמָּה, לֹא יִשְׁפֹּךְ עַל פִּי הַבִּיב, אֲבָל שׁוֹפֵךְ מִגַּג לְגַג, וְהַמַּיִם יוֹרְדִין לַבִּיב. הֶחָצֵר וְהָאַכְסַדְרָה מִצְטָרְפִין לְאַרְבַּע אַמּוֹת:
10 R. Eliezer b. Yaakov diz: Um barranco [feito para a água derramada no pátio fluir para o domínio público], abobadou [uma distância de] quatro por quatro côvados no domínio público, [quatro côvados sendo suficientes para absorver os dois sa'ah de água suficiente para um dia de uso]—pode ser derramada água no Shabbath, [pois a água acaba e não sai para o domínio público.] Os sábios dizem: Mesmo que o telhado ou o pátio tivesse cem côvados, não se pode derramar (água diretamente) sobre a rotina. [Pois se ele derramar a água na rotina, ela flui diretamente para o domínio público, e o espectador assume que a derramou de telhado em telhado, de modo que a água flua para a rotina. O pátio e a achsadrah (ver 8: 4) combinam-se para (o necessário) quatro côvados. [Se houver no pátio junto com a achsadrah de quatro por quatro côvados, eles se combinam e é permitido derramar água lá sem fazer um buraco (ver 8: 9).]
יא וְכֵן שְׁתֵּי דְיוֹטָאוֹת זוֹ כְנֶגֶד זוֹ, מִקְצָתָן עָשׂוּ עוּקָה וּמִקְצָתָן לֹא עָשׂוּ עוּקָה, אֶת שֶׁעָשׂוּ עוּקָה, מֻתָּרִין, וְאֶת שֶׁלֹּא עָשׂוּ עוּקָה, אֲסוּרִין:
11 Da mesma forma, dois andares superiores, um oposto ao outro, [com vista para um pátio com menos de quatro côvados, onde derramam água], alguns [isto é, os homens de um pátio] fizeram um buraco [no pátio] e outros [ ou seja, os homens do outro] não fizeram um buraco —aqueles que fizeram um buraco são permitidos e aqueles que não fizeram um buraco são proibidos [desde que não façam um eruv. Pois, se lhes permitissem usá-lo, passariam a levar vasos de suor de suas casas para o pátio até a beira do buraco, carregando em um pátio onde não haviam feito eruv.]