Pessachim 6

Capítulo 6

א אֵלּוּ דְבָרִים בַּפֶּסַח דּוֹחִין אֶת הַשַּׁבָּת, שְׁחִיטָתוֹ וּזְרִיקַת דָּמוֹ וּמִחוּי קְרָבָיו וְהֶקְטֵר חֲלָבָיו. אֲבָל צְלִיָּתוֹ וַהֲדָחַת קְרָבָיו אֵינָן דּוֹחִין אֶת הַשַּׁבָּת. הַרְכָּבָתוֹ וַהֲבָאָתוֹ מִחוּץ לַתְּחוּם, וַחֲתִיכַת יַבַּלְתּוֹ, אֵין דּוֹחִין אֶת הַשַּׁבָּת. רַבִּי אֱלִיעֶזֶר אוֹמֵר, דּוֹחִין:
1 Essas (as seguintes) coisas em Pessach (oferecimento) substituem o sábado [O Pessach substitui o sábado, sendo escrito "no tempo designado" em relação ao Pessach, viz. (Números 9: 2): "Que os filhos de Israel ofereçam a Pessach no tempo designado"; e, em relação ao tamid, viz. (Ibid. 28: 2): "... observareis a oferecer-Me no tempo designado." Assim como "no tempo determinado" do tamid substitui o sábado, viz. (Ibid. 28:10): "O holocausto do sábado em seu sábado, além do tímido, etc.", portanto, "no tempo designado" de Pessach substitui o sábado]: seu abate, o aspersão de seu sangue [Isso não pode ser feito à noite, sendo escrito a esse respeito (Levítico 7:38): "... no dia em que Ele ordenou a apresentação, etc."—no dia, e não à noite.], michui de suas entranhas ["michui" - "limpando", como em (Provérbios 30:20): "Ela come e enxuga a boca (machthah)". A limpeza das entranhas (para que elas não apodrecem) anula o sábado] e o fumo de suas gorduras. Mas a torrefação e o enxaguamento das entranhas não anulam o sábado, pois isso pode ser feito depois do anoitecer. Carregá-lo (o cordeiro pascal) [nos ombros para trazê-lo do domínio público para a azarah— Mesmo que apenas uma interdição de shvuth (rabínica) obtenha (para "uma coisa viva se comporta"), ela não substitui o sábado, pois deveria ter sido feita no dia anterior.], E [da mesma forma] trazendo de fora de tchum (a fronteira do sábado) e o corte de sua verruga —estes não substituem o sábado. [O corte da verruga de uma oferta de Pessach, para remover sua mancha, mesmo que seja apenas uma transgressão shvuth (como quando ele a remove com os dentes ou a mão) não substitui o sábado. Quanto ao fato de termos aprendido (Eruvin 103a): "Uma verruga pode ser cortada no templo" (no sábado), que se aplica a uma verruga seca, que é quebradiça, enquanto nossa Mishnah fala de uma verruga úmida. E apesar do fato de que quando ele o remove com os dentes ou a mão, ele está fazendo de maneira incomum (yad de kilacher), ainda assim, com uma verruga molhada é proibido, pois poderia ter sido feito no dia anterior.] R. Eliezer diz: Eles substituem o sábado, [R. Eliezer segurando (Shabbath 19a) que os "facilitadores" de uma mitzvá substituem o sábado. ]
ב אָמַר רַבִּי אֱלִיעֶזֶר, וַהֲלֹא דִין הוּא, מָה אִם שְׁחִיטָה שֶׁהִיא מִשּׁוּם מְלָאכָה דּוֹחָה אֶת הַשַּׁבָּת, אֵלּוּ שֶׁהֵן מִשּׁוּם שְׁבוּת לֹא יִדְחוּ אֶת הַשַּׁבָּת. אָמַר לוֹ רַבִּי יְהוֹשֻׁעַ, יוֹם טוֹב יוֹכִיחַ, שֶׁהִתִּירוּ בוֹ מִשּׁוּם מְלָאכָה, וְאָסוּר בּוֹ מִשּׁוּם שְׁבוּת. אָמַר לוֹ רַבִּי אֱלִיעֶזֶר, מַה זֶּה, יְהוֹשֻׁעַ, מָה רְאָיָה רְשׁוּת לְמִצְוָה. הֵשִׁיב רַבִּי עֲקִיבָא וְאָמַר, הַזָּאָה תוֹכִיחַ, שֶׁהִיא מִצְוָה וְהִיא מִשּׁוּם שְׁבוּת וְאֵינָהּ דּוֹחָה אֶת הַשַּׁבָּת, אַף אַתָּה אַל תִּתְמַהּ עַל אֵלּוּ, שֶׁאַף עַל פִּי שֶׁהֵן מִצְוָה וְהֵן מִשּׁוּם שְׁבוּת, לֹא יִדְחוּ אֶת הַשַּׁבָּת. אָמַר לוֹ רַבִּי אֱלִיעֶזֶר, וְעָלֶיהָ אֲנִי דָן, וּמָה אִם שְׁחִיטָה שֶׁהִיא מִשּׁוּם מְלָאכָה, דּוֹחָה אֶת הַשַּׁבָּת, הַזָּאָה שֶׁהִיא מִשּׁוּם שְׁבוּת, אֵינוֹ דִּין שֶׁדּוֹחָה אֶת הַשַּׁבָּת. אָמַר לוֹ רַבִּי עֲקִיבָא, אוֹ חִלּוּף, מָה אִם הַזָּאָה שֶׁהִיא מִשּׁוּם שְׁבוּת, אֵינָהּ דּוֹחָה אֶת הַשַּׁבָּת, שְׁחִיטָה שֶׁהִיא מִשּׁוּם מְלָאכָה, אֵינוֹ דִין שֶׁלֹּא תִדְחֶה אֶת הַשַּׁבָּת. אָמַר לוֹ רַבִּי אֱלִיעֶזֶר, עֲקִיבָא, עָקַרְתָּ מַה שֶּׁכָּתוּב בַּתּוֹרָה, בֵּין הָעַרְבַּיִם בְּמֹעֲדוֹ (במדבר ט), בֵּין בְּחֹל בֵּין בְּשַׁבָּת. אָמַר לוֹ, רַבִּי, הָבֵא לִי מוֹעֵד לָאֵלּוּ כַּמּוֹעֵד לַשְּׁחִיטָה. כְּלָל אָמַר רַבִּי עֲקִיבָא, כָּל מְלָאכָה שֶׁאֶפְשָׁר לַעֲשׂוֹתָהּ מֵעֶרֶב שַׁבָּת, אֵינָהּ דּוֹחָה אֶת הַשַּׁבָּת. שְׁחִיטָה שֶׁאִי אֶפְשָׁר לַעֲשׂוֹתָהּ מֵעֶרֶב שַׁבָּת, דּוֹחָה אֶת הַשַּׁבָּת:
2 R. Eliezer disse: Se isso não acontecer a fortiori, a saber: Agora, se o abate, que [embora seja proibido no Shabbath com chullin (isto é, para fins seculares)] seja um trabalho absoluto, [apesar disso], substitui o Sábado [com a oferta de Pessach], —esses ("facilitadores"), que são (proibidos por causa de) shvuth, se eles certamente não prevalecerem sobre o sábado! R. Yehoshua disse a ele: Este argumento é anulado por (o que obtém) um festival, trabalho absoluto [(como abate e culinária) sendo permitido a todos os homens] e atividades shvuth sendo proibidas [por exemplo, elas proíbem trazer algo de fora do tchum para ser comido, pois isso poderia ter sido feito no dia anterior, embora tchum seja uma ordenança rabínica]. R. Eliezer voltou: O que é isso, Yehoshua? Como você pode comparar reshuth (o que é meramente permitido) a mitzvá? [O comer de um homem é reshuth, mas o requisito do Altíssimo é mitzvá. E se os sábios estabeleceram seu shvuth interditar com reshuth, deveriam fazê-lo também com mitzvá! (E R. Yehoshua sustenta que toda "alegria festiva" é mitzvá, apesar de não anular o sábado)]. R. Akiva respondeu e disse: Haza'ah (a aspersão das águas purificadoras) tombará (argumento de R. Eliezer), a saber: Haza'ah é uma mitzvá [no caso de alguém que se tornou impuro através de um corpo morto , cujo sétimo dia (no processo de purificação) cai no sábado na véspera de Pessach. Se ele não é aspergido, não pode trazer sua oferta de Pessach, apesar de a haza'ah não anular o sábado, sendo esta a decisão adotada por R. Akiva], e haza'ah é shvuth, [um homem que parece estar "emendado" desse modo], e não substitui o sábado! Portanto, você também não deve se perguntar sobre esses ("capacitadores"). Embora eles (os "facilitadores" da oferta de Pessach) sejam mitzvá e sejam fatores shvuth, eles não substituem o sábado. R. Eliezer voltou: Mas eu questiono isso também [ou seja, eu também sou diferente da haza'ah, e afirmo que ela deve substituir o sábado, para que não o afaste de Pessach—a partir disso, a fortiori próprio argumento], viz .: Agora, se o abate, que é um trabalho absoluto, substitui o sábado, a haza'ah, que é (apenas) um interdito shvuth, se certamente não o substitui! R. Akiva voltou: Ou vire-o [ou seja, eu posso mudar o argumento. (Pois era axiomático para R. Akiva que haza'ah mantinha um afastamento da oferta de Pessach, para que pudesse ser considerado a fortiori que o matadouro também o impedia)], viz .: Agora, se haza'ah, que é (apenas) um interdito shvuth, não substitui o sábado, o abate, que é um trabalho (absoluto)—quanto mais isso não deve anular o sábado! R. Eliezer voltou: Akiva, você desenraizou o que está escrito na Torá, viz. (Números 9: 3): "ao entardecer, no tempo designado" [(Ibid. 2)): "Que os filhos de Israel ofereçam a Pessach no tempo designado"], seja em um dia da semana ou no sábado. R. Akiva respondeu: Meu mestre, traga-me "um tempo designado" para estes ("facilitadores")! [ou seja, mostre-me que eles têm um horário designado como o abate. Portanto, como eles não têm horário determinado e poderiam ter sido executados no dia anterior, eles não substituem. (E haza'ah, também, não é uma função da oferta de Pessach, e "um tempo determinado" não está escrito em relação a isso.) A halachá está de acordo com R. Akiva.] R. Akiva declarou uma regra : Todo trabalho que poderia ter sido feito na véspera do sábado não substitui o sábado. O abate (de Pessach), que não poderia ter sido realizado no sábado, substitui o sábado.
ג אֵימָתַי מֵבִיא חֲגִיגָה עִמּוֹ, בִּזְמַן שֶׁהוּא בָא בְּחֹל, בְּטָהֳרָה וּבְמֻעָט. וּבִזְמַן שֶׁהוּא בָא בְּשַׁבָּת, בִּמְרֻבֶּה וּבְטֻמְאָה, אֵין מְבִיאִין עִמּוֹ חֲגִיגָה:
3 Quando alguém traz um chagigah (uma oferta de festival) com ele [com o Pessach no dia 14 de Nissan]? Quando (décimo quarto) cai em um dia da semana, (quando as pessoas estão) em (um estado de) limpeza [Pois mesmo que o Pessach substitua o sábado e a impureza, o chagigah não], e com uma pequena quantidade [ou seja, quando não há o suficiente de Pesach para ser comido por toda a empresa, de modo que o chagigah é comido primeiro para que sua saciedade seja alcançada com o Pesach]. E no sábado, com uma grande quantidade [isto é, quando a empresa é tão pequena que somente a Pesach é suficiente para eles], e na imundície, uma chagigah não é trazida com ela.
ד חֲגִיגָה הָיְתָה בָאָה מִן הַצֹּאן, מִן הַבָּקָר, מִן הַכְּבָשִׂים וּמִן הָעִזִּים, מִן הַזְּכָרִים וּמִן הַנְּקֵבוֹת. וְנֶאֱכֶלֶת לִשְׁנֵי יָמִים וְלַיְלָה אֶחָד:
4 O chagigah vem do rebanho e do gado, dos cordeiros e das cabras, dos machos e das fêmeas [em oposição ao Pessach, que não vem do gado ou das fêmeas]; e é comido por dois dias e uma noite.
ה הַפֶּסַח שֶׁשְּׁחָטוֹ שֶׁלֹּא לִשְׁמוֹ בְשַׁבָּת, חַיָּב עָלָיו חַטָּאת. וּשְׁאָר כָּל הַזְּבָחִים שֶׁשְּׁחָטָן לְשׁוּם פֶּסַח, אִם אֵינָן רְאוּיִין, חַיָּב. וְאִם רְאוּיִין הֵן, רַבִּי אֱלִיעֶזֶר מְחַיֵּב חַטָּאת, וְרַבִּי יְהוֹשֻׁעַ פּוֹטֵר. אָמַר רַבִּי אֱלִיעֶזֶר, מָה אִם הַפֶּסַח שֶׁהוּא מֻתָּר לִשְׁמוֹ, כְּשֶׁשִּׁנָּה אֶת שְׁמוֹ, חַיָּב, זְבָחִים שֶׁהֵן אֲסוּרִין לִשְׁמָן, כְּשֶׁשִּׁנָּה אֶת שְׁמָן, אֵינוֹ דִין שֶׁיְּהֵא חַיָּב. אָמַר לוֹ רַבִּי יְהוֹשֻׁעַ, לֹא, אִם אָמַרְתָּ בַּפֶּסַח, שֶׁשִּׁנָּהוּ לְדָבָר אָסוּר, תֹּאמַר בַּזְּבָחִים, שֶׁשִּׁנָּן לְדָבָר הַמֻּתָּר. אָמַר לוֹ רַבִּי אֱלִיעֶזֶר, אֵמוּרֵי צִבּוּר יוֹכִיחוּ, שֶׁהֵן מֻתָּרִין לִשְׁמָן, וְהַשּׁוֹחֵט לִשְׁמָן, חַיָּב. אָמַר לוֹ רַבִּי יְהוֹשֻׁעַ, לֹא, אִם אָמַרְתָּ בְאֵמוּרֵי צִבּוּר שֶׁיֵּשׁ לָהֶן קִצְבָּה, תֹּאמַר בַּפֶּסַח שֶׁאֵין לוֹ קִצְבָּה. רַבִּי מֵאִיר אוֹמֵר, אַף הַשּׁוֹחֵט לְשֵׁם אֵמוּרֵי צִבּוּר, פָּטוּר:
5 Se alguém matou o Pesach não lishmo (veja 5: 2) no [décimo quarto dia que caiu] no sábado, [pensando que, assim como é permitido matá-lo lishmo, também é permitido matá-lo lo lishmo], ele é responsável por uma oferta pelo pecado, [profanando o sábado sem querer]. E todos os outros sacrifícios que ele matou como Pessach—Se eles não são adequados [como uma oferta de Pessach, como um bezerro, um carneiro de dois anos ou uma mulher], ele é responsável [por uma oferta pelo pecado, se esqueceu que era Shabbath ou se pensou que foi permitido massacrar outros sacrifícios como um Pessach no Shabat. Pois isso não é "errar em questão de mitsvá", todos sabendo que esses (ou seja, esses animais) não são kasher como um Pessach.] E se eles estão em forma, [como quando ele matou um shelamim de um ano de idade ( oferta de paz) como um Pessach, errando nisso por causa de sua preocupação com o massacre de seu Pessach, e não lembrando que ele o havia dedicado como um sacrifício diferente], R. Eliezer diz que é responsável (por um pecado). oferecimento) [mesmo que ele tenha "errado em questão de mitsvá"]; e R. Yehoshua diz que ele não é responsável, [sustentando que se alguém errou em uma questão de mitzvá e ainda executou alguma mitzvá, ele não é responsável por uma oferta pelo pecado. E este realizou uma mitzvá, porque ele sacrificou uma oferta. Para todas as ofertas sacrificadas, os homens são kasher. E R. Yehoshua decide (Pesachim 62b) que mesmo aqueles que são massacrados como Pesach são kasher.] R. Eliezer disse a ele: Agora, se o Pesach, que é permitido [massacrar no Shabbath] lishmo, se ele mudar sua nome, [você ainda admite] que ele é responsável [por uma oferta pelo pecado, como aprendemos acima]—(outros) sacrifícios, que são proibidos (no Shabbath) lishman, se ele mudar de nome, caso isso não ocorra ainda mais, ele é responsável! R. Yehoshua voltou: Não, no exemplo de Pessach, ele mudou o nome para algo que é proibido [isto é, ele o matou em nome de uma oferta diferente, que é proibido de matar no Shabbath], enquanto que no exemplo dos outros sacrifícios, onde ele mudou o nome para algo que é permitido, [ie, onde ele o matou como algo (um Pessach) que é permitido massacrar no Shabbath], (diga que ele não é responsável por uma oferta )! R. Eliezer voltou: (Ofertas) especificadas para a congregação [no Shabbath, como temidim e mussafim anulam seu argumento], sendo permitido matá-los lishman, e mesmo assim se alguém massacra [outros sacrifícios] em seu nome (ou seja, como ofertas comunitárias), ele é responsável (por uma oferta pelo pecado)! R. Yehoshua voltou: Não, no caso de ofertas especificadas para a congregação, há um número definido [Ele não vê outros envolvidos no abate e, uma vez que o tamid foi abatido, ele sabe que não há necessidade de abater outro, de modo que (se ele o faz), ele não está "errando", mas "involuntariamente", pois ele não deve errar em tal coisa.], enquanto que no caso de Pessach, não há um valor definido, [pois todos o exigem. Para que ele veja muitas pessoas ocupadas com isso e ele se preocupe com a mitzvá. E mesmo que ele já tivesse massacrado um Pessach e encontrado esse animal em pé na azarah e pensasse que era um Pessach e o matado por outra pessoa, isso é "errar em questão de mitzvá"] (e ele não deve ser responsabilizado por um oferta pelo pecado). R. Meir diz: Também quem mata [no Shabbath outras ofertas, todos os dias do ano] como uma oferta especificada para a congregação, não é responsável. [A halachá está de acordo com R. Yehoshua e não está de acordo com R. Meir.]
ו שְׁחָטוֹ שֶׁלֹּא לְאוֹכְלָיו וְשֶׁלֹּא לִמְנוּיָיו, לַעֲרֵלִין וְלִטְמֵאִין, חַיָּב. לְאוֹכְלָיו וְשֶׁלֹּא לְאוֹכְלָיו, לִמְנוּיָיו וְשֶׁלֹּא לִמְנוּיָיו, לְמוּלִין וְלַעֲרֵלִין, לִטְהוֹרִים וְלִטְמֵאִים, פָּטוּר. שְׁחָטוֹ וְנִמְצָא בַעַל מוּם, חַיָּב. שְׁחָטוֹ וְנִמְצָא טְרֵפָה בַסֵּתֶר, פָּטוּר. שְׁחָטוֹ וְנוֹדַע שֶׁמָּשְׁכוּ הַבְּעָלִים אֶת יָדָם, אוֹ שֶׁמֵּתוּ אוֹ שֶׁנִּטְמְאוּ, פָּטוּר, מִפְּנֵי שֶׁשָּׁחַט בִּרְשׁוּת:
6 Se ele o matou (no sábado), não por seus devoradores, e não pelos que o contaram, pelos incircuncisos e pelos imundos, ele é responsável (pela oferta pelo pecado). (Se ele o matou) por seus comedores e não por seus comedores, por aqueles contados por ele e por aqueles que não contaram por ele, pelos circuncidados e pelos incircuncisos, pelos limpos e pelos imundos, ele não é responsável. Pessach é kasher, como indicado acima (5: 3)]. Se ele o matou e descobriu que ele era manchado, ele é responsável (por uma oferta pelo pecado) [pois ele é shogeg ("inconsciente") e não anuss ("constrangido"), pois ele deveria ter inspecionado (antes de se ele o matou e descobriu que ele era treifah em uma parte oculta (que ele não poderia ter inspecionado antes), ele não é responsável. Se ele o matou e descobriu que os donos haviam "retirado suas mãos" [dele antes de ser abatido e se numerado com uma oferta diferente], ou se tivessem morrido ou se tornado impuro, [nesse caso o Shabat não é substituído para eles], ele não é responsável por ter massacrado com permissão [ie, ele é considerado "anuss", não sabendo que era esse o caso e não se esperava que ele perguntasse a respeito.]