Guittin 5

Capítulo 5

א הַנִּזָּקִין שָׁמִין לָהֶם בְּעִדִּית וּבַעַל חוֹב בְּבֵינוֹנִית, וּכְתֻבַּת אִשָּׁה בְּזִבּוּרִית. רַבִּי מֵאִיר אוֹמֵר, אַף כְּתֻבַּת אִשָּׁה בְּבֵינוֹנִית:
1 Os danos são avaliados em relação à melhor qualidade (de grãos no campo) [Mesmo que seja mandatado pela Torá, viz. (Êxodo 22: 4): "O melhor do seu campo e o melhor da sua vinha ele pagará", este tanna sustenta que as Escrituras falam do melhor do campo do nizzak (aquele danificado); e por causa do "bem geral", os sábios declararam que o mazzik (o causador do dano) deveria pagar o melhor de sua propriedade, mesmo que seja melhor que o melhor do nizzak, para que os homens tenham cuidado para não causar dano.], e um credor (reivindicações) da qualidade média [Pois, de acordo com as Escrituras, ele afirma apenas da mais baixa qualidade, viz. (Deuteronômio 24:12): "E o homem que lhe é devedor trará a você a promessa do lado de fora", e é provável que um homem traga apenas o menos valioso de seus bens; mas, por causa do "bem geral", eles determinaram que um credor reivindicasse a qualidade intermediária, de modo que a porta não fosse trancada para empréstimos.] e o kethubah de uma mulher (é reivindicada) a mais baixa qualidade. [Pois "o fechamento da porta" não deve ser temido neste caso. "Pois mais do que um homem quer se casar, uma mulher quer se casar."] R. Meir diz: O kethubah de uma mulher também (é reivindicado) da qualidade média. [A halachá não está de acordo com R. Meir].
ב אֵין נִפְרָעִין מִנְּכָסִים מְשֻׁעְבָּדִים בִּמְקוֹם שֶׁיֵּשׁ נְכָסִים בְּנֵי חוֹרִין, וַאֲפִלּוּ הֵן זִבּוּרִית. אֵין נִפְרָעִין מִנִּכְסֵי יְתוֹמִים, אֶלָּא מִן הַזִּבּוּרִית:
2 O pagamento não é exigido da propriedade vinculada [nechasim meshubadim] quando a propriedade gratuita é obtida, mesmo que (a propriedade gratuita) seja da mais baixa qualidade. [por exemplo, se um devedor vender sua propriedade de qualidade média, vinculada ao credor, o credor não poderá capturá-la do comprador se a propriedade livre permanecer com o devedor, mesmo que tenha a menor qualidade.] Somente a menor qualidade é exigido o pagamento da propriedade de órfãos.
ג אֵין מוֹצִיאִין לַאֲכִילַת פֵּרוֹת וּלְשֶׁבַח קַרְקָעוֹת וְלִמְזוֹן הָאִשָּׁה וְהַבָּנוֹת מִנְּכָסִים מְשֻׁעְבָּדִים, מִפְּנֵי תִקּוּן הָעוֹלָם. וְהַמּוֹצֵא מְצִיאָה, לֹא יִשָּׁבַע, מִפְּנֵי תִקּוּן הָעוֹלָם:
3 O pagamento não é exigido pelo consumo de frutas, pelo enriquecimento da terra e pelo alimento da esposa e filhas de propriedades vinculadas, pelo "bem geral". [Se alguém roubava um campo e o vendia para outro, e ele o semeava, ele brotava e produzia frutos, e o despojado veio e reivindicou-o com seus frutos ao comprador (reembolsando-o apenas por suas despesas), o comprador retorna e reivindica o preço do campo como propriedade vinculada, tendo sido vendido a ele com garantia por nota de venda, sendo "um empréstimo contra uma nota" (milveh bishtar) e (ele afirma) o preço da fruta gratuitamente e não da propriedade vinculada. O mesmo se aplica quando o comprador enriquece a terra plantando árvores ou fertilizando-a e assim por diante. ("e pela comida da esposa e das filhas") :) esta é uma condição do kethubah, a saber: "E você habitará em minha casa e será alimentado por minha propriedade; e as filhas que você tem por mim habitarão. em minha casa e ser alimentado por minha propriedade etc. " Quando chegam para reivindicar sua comida, fazem isso apenas de propriedade gratuita, e não de propriedade vinculada. ("para 'o bem geral'" :) Pois essas são coisas indeterminadas e concessões exatas não podem ser feitas por elas.] E se alguém encontrasse um objeto perdido [e o devolvesse, e o proprietário alegasse que não havia devolvido tudo isso ], ele não faz um juramento, para "o bem geral". [Pois se um juramento lhe fosse imposto, ninguém se esforçaria para devolver um objeto perdido.]
ד יְתוֹמִים שֶׁסָּמְכוּ אֵצֶל בַּעַל הַבַּיִת אוֹ שֶׁמִּנָּה לָהֶן אֲבִיהֶן אַפּוֹטְרוֹפּוֹס, חַיָּב לְעַשֵּׂר פֵּרוֹתֵיהֶן. אַפּוֹטְרוֹפּוֹס שֶׁמִּנָּהוּ אֲבִי יְתוֹמִים, יִשָּׁבֵעַ. מִנָּהוּ בֵית דִּין, לֹא יִשָּׁבֵעַ. אַבָּא שָׁאוּל אוֹמֵר, חִלּוּף הַדְּבָרִים. הַמְטַמֵּא וְהַמְדַמֵּעַ וְהַמְנַסֵּךְ בְּשׁוֹגֵג, פָּטוּר. בְּמֵזִיד, חַיָּב. הַכֹּהֲנִים שֶׁפִּגְּלוּ בַמִּקְדָּשׁ מְזִידִין, חַיָּבִין:
4 Se os órfãos contassem com um chefe de família [para conduzir seus assuntos — mesmo que ele não tenha sido apontado como apotropos, ele é considerado um ("apotropos", do latim: pai - "pater"; filhos - "potos" —daí: "apotropos" - "o pai dos jovens")], ou se o pai deles designou um apotropos para eles, ele deve dar o dízimo dos frutos. Se um apotropos foi nomeado pelo pai dos órfãos, ele deve jurar (que ele não se apropriou de nada deles). [Pois se ele não obtivesse nenhum benefício, ele não seria um apotropos para ele, e o juramento não seria um impedimento (para ele aceitar a nomeação)]. Se beth-din o indicou, ele não jura. [Pois ele está fazendo um favor a beth-din, aceitando o cargo deles e se esforçando gratuitamente; e se ele tivesse que jurar, isso seria um impedimento.] Abba Shaul sys: "Exatamente o contrário". [Se beth-din o indicou, ele deve jurar. Porque, por ter obtido a satisfação de ganhar a reputação de um homem honesto, confiado por beth-din, o juramento não seria um impedimento. Mas se o pai dos órfãos o indicou, ele não jura, pois está fazendo um favor a ele, se esforçando gratuitamente para seus filhos, e se um juramento lhe fosse imposto, isso atuaria como um impedimento. A halachá está de acordo com Abba Shaul.] Se alguém contamina [o produto limpo do seu vizinho] ou mistura [terumah com o chullin do seu vizinho (produtos mundanos), causando-lhe uma perda, forçando-o a vendê-lo barato aos Cohanim], ou mistura [vinho libacional com vinho kosher, de modo que seu benefício não possa ser derivado]—(se o faz) involuntariamente, ele não é responsável; se intencionalmente, ele é responsável. [Por lei, ele não deve ser responsabilizado, pois "O dano não reconhecível não é chamado de 'dano'."; mas por causa do "bem geral", que os homens não contaminem os produtos de seus vizinhos sob isenção de responsabilidade (ele foi responsabilizado).] Se Cohanim invalidasse no santuário [ofertas que eles massacraram e cujo sangue aspergiram, pelas pensou em comê-los fora do tempo adequado, desqualificá-los (como oferendas) para seus donos]—(se o fizeram) intencionalmente, eles são responsáveis. [Pois eles sabiam que a tornavam imprópria por meio disso. Eles devem reembolsar os proprietários, que devem trazer outras ofertas. E mesmo que fosse uma oferta de presentes, que não deve ser substituída, ainda assim, o proprietário fica desgostoso por sua oferta não ser sacrificada, pois era seu desejo trazê-la como um presente.]
ה הֵעִיד רַבִּי יוֹחָנָן בֶּן גֻּדְגְּדָה עַל הַחֵרֶשֶׁת שֶׁהִשִּׂיאָהּ אָבִיהָ, שֶׁהִיא יוֹצְאָה בְגֵט. וְעַל קְטַנָּה בַת יִשְׂרָאֵל שֶׁנִּשֵּׂאת לְכֹהֵן, שֶׁאוֹכֶלֶת בַּתְּרוּמָה, וְאִם מֵתָה, בַּעְלָהּ יוֹרְשָׁהּ. וְעַל הַמָּרִישׁ הַגָּזוּל שֶׁבְּנָאוֹ בַבִּירָה, שֶׁיִּטֹּל אֶת דָּמָיו, מִפְּנֵי תַקָּנַת הַשָּׁבִים. וְעַל חַטָּאת הַגְּזוּלָה שֶׁלֹּא נוֹדְעָה לָרַבִּים, שֶׁהִיא מְכַפֶּרֶת, מִפְּנֵי תִקּוּן הַמִּזְבֵּחַ:
5 R. Yochanan b. Gudgeda testemunhou que um surdo-mudo cujo pai se casou com ela é divorciado. [Mesmo sendo uma mulher casada de boa-fé, seu pai aceitou seu noivado quando ela era menor de idade, ainda assim, ela recebe e recebe quando é surda-muda, mesmo que seu consentimento esteja ausente. . Pois uma mulher pode ser divorciada forçosamente, para que seu consentimento não seja necessário.]; e que a filha menor de um israelita [órfão, cujo casamento é rabinicamente (e não bíblico) sancionado] come terumah [terumah mandatado rabinicamente, isso não está sendo decretado por causa da (possibilidade de ela vir comer) terumah mandado pelas Escrituras ]; e que se ela morresse, seu marido a herdaria; e que, se alguém construiu uma viga que ele havia roubado em um edifício, o reembolso monetário é suficiente [para o bem do penitente; pois se ele fosse obrigado a demolir seu prédio e devolver a viga, ele seria impedido de se arrepender.]; e que uma oferta pelo pecado roubada, que não era conhecida por muitos [como roubada] expia [e outra não precisa ser trazida], para "o bem do altar", [para que os Cohanim não fiquem angustiados (o pensamento de ) tendo comido chullin (comida não consagrada) de (um animal) abatido na azarah (a quadra do templo) e o altar seja "deserto", os Cohanim se abstendo de realizar o serviço (sacrifício).]
ו לֹא הָיָה סִיקָרִיקוֹן בִּיהוּדָה בַהֲרוּגֵי מִלְחָמָה. מֵהֲרוּגֵי מִלְחָמָה וְאֵילָךְ, יֶשׁ בָּהּ סִיקָרִיקוֹן. כֵּיצַד. לָקַח מִסִּיקָרִיקוֹן וְחָזַר וְלָקַח מִבַּעַל הַבַּיִת, מִקָּחוֹ בָטֵל. מִבַּעַל הַבַּיִת וְחָזַר וְלָקַח מִסִּיקָרִיקוֹן, מִקָּחוֹ קַיָּם. לָקַח מִן הָאִישׁ וְחָזַר וְלָקַח מִן הָאִשָּׁה, מִקָּחוֹ בָטֵל. מִן הָאִשָּׁה וְחָזַר וְלָקַח מִן הָאִישׁ, מִקָּחוֹ קַיָּם. זוֹ מִשְׁנָה רִאשׁוֹנָה. בֵּית דִּין שֶׁל אַחֲרֵיהֶם אָמְרוּ, הַלּוֹקֵחַ מִסִּיקָרִיקוֹן נוֹתֵן לַבְּעָלִים רְבִיעַ. אֵימָתַי, בִּזְמַן שֶׁאֵין בְּיָדָן לִקַּח. אֲבָל יֵשׁ בְּיָדָן לִקַּח, הֵן קוֹדְמִין לְכָל אָדָם. רַבִּי הוֹשִׁיב בֵּית דִּין וְנִמְנוּ, שֶׁאִם שָׁהֲתָה בִפְנֵי סִיקָרִיקוֹן שְׁנֵים עָשָׂר חֹדֶשׁ, כָּל הַקּוֹדֵם לִקַּח, זוֹכֶה, אֲבָל נוֹתֵן לַבְּעָלִים רְבִיעַ:
6 Não havia sikrikon [um assassino gentio] em Judá [isto é, eles não julgaram a lei da sikrikon para dizer que quem comprou a terra de um judeu de um assassino gentio teve que entrar em julgamento com o proprietário.] (época da) a morte da guerra [isto é, quando o decreto foi ferido em Israel para ser morto na guerra. Se alguém comprou um campo do sikrikon naquela época, sua compra se manteve e ele não precisou julgar o (ex) israelita proprietário da terra; pois o israelita, sendo forçado (a vender sua terra sob pena de morte), compromete-se totalmente à venda da terra ao sikrikon. E está decidido (Bava Kamma 47b): "Se alguém fosse suspenso (não deve ser derrubado até que ele vendesse) e ele vendesse, sua venda é uma venda".]] Mas daqueles mortos na (época da) guerra, [onde não havia decreto (sobre Israel) a ser morto, há sikrikon. [A lei do sikrikon é adjudicada, para dizer que quem comprou (a terra de um israelita) de um sikrikon deve julgar o (antigo) proprietário, conforme explicado na Mishnah.] Como assim? Se ele comprou (o campo) do sikrikon e depois comprou do proprietário, a compra é nula, [pois dizemos que ele (o antigo proprietário) agiu por medo (do sikrikon)]. (Se ele o comprou) do proprietário e depois o comprou no sikrikon, a compra permanece. Se ele comprou [a terra reservada para o kethubah de sua esposa] do homem e depois a comprou da mulher, a compra é nula [porque ela pode dizer: "Eu estava apenas tentando agradar meu marido"]. (Se ele comprou) da mulher e depois comprou do homem, a compra permanece. Este (o que aprendemos acima) é uma Mishnah anterior. O beth-din atrás deles disse: Se alguém compra de um sikrikon, ele dá um quarto (do valor do campo) ao proprietário, [pois estimaram que o sikrikon, tendo conseguido o campo por nada, reduziu o preço em um trimestre]. Quando é isso? Quando eles (os antigos proprietários) não têm dinheiro suficiente para comprá-lo de volta; mas se tiverem dinheiro suficiente para comprá-lo de volta, terão precedência para todos os homens. Rebi convocou um beth-din, que determinou que, se ele estivesse na posse do sikrikon por doze meses, quem fosse o primeiro a comprá-lo; mas ele teve que dar um quarto ao (antigo) proprietário.
ז חֵרֵשׁ רוֹמֵז וְנִרְמָז. וּבֶן בְּתֵירָא אוֹמֵר, קוֹפֵץ וְנִקְפָּץ, בְּמִטַּלְטְלִין. הַפָּעוֹטוֹת, מִקָּחָן מִקָּח וּמִמְכָּרָן מִמְכָּר, בְּמִטַּלְטְלִין:
7 Um surdo-mudo gesticula e é apontado para. [Tudo o que ele gesticula ou outros gesticulam para ele e ele concorda—tudo isso permanece.] E Ben Betheirah diz: kofetz venikfatz ["remizah" (gesticulando) está com a mão ou a cabeça. "k'fitzah" está virando os lábios, como em (Jó 5:16): "E a iniqüidade apareceu (kaftzah) sua boca." "K'fitzah não é tão distinto quanto o remizah.] Com metaltelin (chattel) [isto é, se ele vendesse chattel. A halachá não está de acordo com Ben Betheirah.] Peutoth [crianças pequenas de sete ou oito anos, se são brilhantes e familiarizado com a compra e venda, ou filhos de nove ou dez, mesmo que não sejam tão brilhantes]—sua compra está comprando e sua venda está vendendo com metaltelin [e seu presente é um presente, sejam eles saudáveis ​​ou shechiv mera (no momento da morte); seja um presente grande ou pequeno.]
ח וְאֵלּוּ דְבָרִים אָמְרוּ מִפְּנֵי דַרְכֵי שָׁלוֹם. כֹּהֵן קוֹרֵא רִאשׁוֹן, וְאַחֲרָיו לֵוִי וְאַחֲרָיו יִשְׂרָאֵל, מִפְּנֵי דַרְכֵי שָׁלוֹם. מְעָרְבִין בְּבַיִת יָשָׁן, מִפְּנֵי דַרְכֵי שָׁלוֹם. בּוֹר שֶׁהוּא קָרוֹב לָאַמָּה, מִתְמַלֵּא רִאשׁוֹן, מִפְּנֵי דַרְכֵי שָׁלוֹם. מְצוּדוֹת חַיָּה וְעוֹפוֹת וְדָגִים יֵשׁ בָּהֶם מִשּׁוּם גָּזֵל, מִפְּנֵי דַרְכֵי שָׁלוֹם. רַבִּי יוֹסֵי אוֹמֵר, גָּזֵל גָּמוּר. מְצִיאַת חֵרֵשׁ שׁוֹטֶה וְקָטָן, יֵשׁ בָּהֶן מִשּׁוּם גָּזֵל, מִפְּנֵי דַרְכֵי שָׁלוֹם. רַבִּי יוֹסֵי אוֹמֵר, גָּזֵל גָּמוּר. עָנִי הַמְנַקֵּף בְּרֹאשׁ הַזַּיִת, מַה שֶּׁתַּחְתָּיו גָּזֵל, מִפְּנֵי דַרְכֵי שָׁלוֹם. רַבִּי יוֹסֵי אוֹמֵר, גָּזֵל גָּמוּר. אֵין מְמַחִין בְּיַד עֲנִיֵּי גוֹיִם בְּלֶקֶט שִׁכְחָה וּפֵאָה, מִפְּנֵי דַרְכֵי שָׁלוֹם:
8 Essas coisas foram instituídas para promover a paz: Um Cohein lê primeiro (na Torá); e depois dele, um levita; e depois dele, um israelita [quando são iguais em sabedoria; mas se o israelita era maior em sabedoria, ele tem precedência sobre o Cohein e o levita (para "um mamzer que é um estudioso da Torá tem precedência sobre um sumo sacerdote que é um ignorante".) Esta é a lei da gemara; mas a prática hoje é que um Cohein, mesmo que seja um ignorante, tem precedência sobre o maior sábio de Israel.] para promover a paz. [De acordo com a Torá, o Cohein pode permitir a qualquer pessoa que ele deseje ler na Torá antes dele; e "para promover a paz", instituíram que ele lesse primeiro e não permitisse que outro o fizesse, para que não brigassem, a saber: "Por que você o deixou ler e não o outro?" E não faz diferença a esse respeito, seja um sábado ou um festival, quando há muitos congregantes, ou uma segunda ou quinta-feira—atualmente, um Cohein sempre lê primeiro e pode não permitir que um israelita leia diante dele, para evitar brigas. E se não houver Cohein lá, "o fardo está espalhado", e um levita lê a seguir apenas se for de maior eminência (do que os outros). Outros dizem que (nesse caso) um levita não lê nada. E esta é a halachá.] Um eruv é colocado em uma casa antiga [Os habitantes de um pátio, que costumam colocar o sábado eruv na mesma casa toda semana, não devem colocá-lo em uma casa diferente], para promover a paz . [Para aqueles que costumavam ver o eruv naquela casa, agora, sem vê-lo, pode dizer que eles carregam sem eruv, lançando suspeitas sobre eles.] O poço (de água) mais próximo do duto do rio] é preenchida primeiro [e depois, abaixo dele], para promover a paz. O roubo obtém com (o que é retirado) as redes "de" (ou seja, que são usadas para prender) animais pássaros e peixes [mesmo que eles não tenham um "interior" para (legalmente) adquirir sua armadilha], para promover a paz [e não está sujeito a processo em beth-din]. R. Yossi diz: É roubo absoluto [por lei rabínica, e está sujeito a processo em beth-din. De qualquer forma, R. Yossi admite que, pela lei da Torá, não é roubo responsabilizar pela transgressão de um mandamento negativo. (A halachá não está de acordo com R. Yossi)]. O roubo obtém com o que é encontrado por um surdo-mudo, um simplório ou um menor, para promover a paz. R. Yossi diz: É roubo absoluto. Se um mendigo fosse azeitonas menakef (de peah ou shikchah) ["menakef" = corte, como em (Isaías 10:34): "Venikaf (e ele cortará) os matagais da floresta"], o que cai abaixo dele é sujeito ao roubo, para promover a paz. R. Yossi diz: É roubo absoluto. Não protestamos contra a tomada de leket, shikchah ou peah por pessoas gentias, para promover a paz.
ט מַשְׁאֶלֶת אִשָּׁה לַחֲבֶרְתָּהּ הַחֲשׁוּדָה עַל הַשְּׁבִיעִית, נָפָה וּכְבָרָה וְרֵחַיִם וְתַנּוּר, אֲבָל לֹא תָבֹר וְלֹא תִטְחַן עִמָּהּ. אֵשֶׁת חָבֵר מַשְׁאֶלֶת לְאֵשֶׁת עַם הָאָרֶץ, נָפָה וּכְבָרָה, וּבוֹרֶרֶת וְטוֹחֶנֶת וּמַרְקֶדֶת עִמָּהּ, אֲבָל מִשֶּׁתַּטִּיל הַמַּיִם, לֹא תִגַּע עִמָּהּ, לְפִי שֶׁאֵין מַחֲזִיקִין יְדֵי עוֹבְרֵי עֲבֵרָה. וְכֻלָּן לֹא אָמְרוּ אֶלָּא מִפְּנֵי דַרְכֵי שָׁלוֹם. וּמַחֲזִיקִין יְדֵי גוֹיִם בַּשְּׁבִיעִית, אֲבָל לֹא יְדֵי יִשְׂרָאֵל, וְשׁוֹאֲלִין בִּשְׁלוֹמָן, מִפְּנֵי דַרְכֵי שָׁלוֹם:
9 Uma mulher pode emprestar ao seu vizinho suspeito de shevi'ith [isto é, de guardar os frutos do ano sabático e de ocultá-los da remoção (no tempo exigido) deles: uma peneira, uma peneira, um moinho e uma forno. Mas ela não pode peneirar ou moer com ela [para ajudá-la, sendo proibido auxiliar diretamente os transgressores em seu ato de transgressão.] A esposa de um chaver (um estudioso da Torá) pode emprestar uma peneira ou uma peneira para a esposa de um homem ignorante, e ela pode peneirar, moer e peneirar com ela [para a maioria dos dízimos ignorantes]; mas quando ela coloca água [na massa], ela pode não tocá-la com ela, [quando a rola, fica sujeita a chalá, e torna-se impura por contato com vasos imundos, o fermento se tornando suscetível à impureza ( pela adição de água), e ela a ajuda a rolar; e é proibido conferir impureza a chalá.] E todos foram declarados apenas para promover a paz. [Eles permitiram que eles emprestassem vasos e os ajudassem (não no momento da própria transgressão) apenas para promover a paz.] E as mãos dos gentios podem ser fortalecidas [ou seja, é permitido desejar-lhes sucesso (quando trabalham) seus campos no ano sabático)]; mas não nas mãos dos judeus (que realizam esse trabalho). E eles (os gentios) são recebidos [em todos os dias, mesmo em suas festas, apesar de serem agraciados com o nome do Céu, "Shalom" (Paz) sendo um dos nomes do Santo Abençoado seja Ele], para promover a paz.