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מָצָא בַחֲנוּת, הֲרֵי אֵלּוּ שֶׁלּוֹ. בֵּין הַתֵּבָה וְלַחֶנְוָנִי, שֶׁל חֶנְוָנִי. לִפְנֵי שֻׁלְחָנִי, הֲרֵי אֵלּוּ שֶׁלּוֹ. בֵּין הַכִּסֵּא וְלַשֻּׁלְחָנִי, הֲרֵי אֵלּוּ לַשֻּׁלְחָנִי. הַלּוֹקֵחַ פֵּרוֹת מֵחֲבֵרוֹ אוֹ שֶׁשָּׁלַח לוֹ חֲבֵרוֹ פֵּרוֹת, וּמָצָא בָהֶן מָעוֹת, הֲרֵי אֵלּוּ שֶׁלּוֹ. אִם הָיוּ צְרוּרִין, נוֹטֵל וּמַכְרִיז:
Se ele encontrou (dinheiro) em uma loja, é dele. [Este, onde não há siman, aquele que perdeu o desespero, a loja é frequentada por muitas pessoas.] Entre o baú (do lojista) e o lojista, é o do lojista. [Pois o lojista senta-se diante dele e sempre tira dele e coloca diante dele e vende, e o dinheiro que ele recebe coloca nele, de modo que deve ter caído da mão do lojista.] Antes do cambista, é dele ( quem a encontrar). [Porque dizemos que deve ter caído daqueles que vieram trocar dinheiro. Pois a mesa intervém entre o cambiador e o dinheiro que foi encontrado; e, se fosse dele, deveria ter sido encontrado entre ele e a cadeira em que a mesa está montada.] Entre a cadeira e o cambiador, é o cambiador. Se alguém compra frutas de seu vizinho, ou se seu vizinho lhe envia frutos e ele encontra dinheiro nele, é dele. [Isto, quando seu vizinho é um comerciante, que compra este produto ou esses frutos de muitas pessoas, para que não se saiba quem é. E como não há siman, o proprietário se desespera. Mas se quem vendeu os frutos os colheu em sua própria terra, o dinheiro é obviamente dele e deve ser devolvido a ele.] Se (o dinheiro) estava empatado, ele o pega e o chama. sendo a quantia um siman.]
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