Mishnah
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Referência sobre Yevamot 13:9

מִי שֶׁהָיָה נָשׂוּי לִשְׁתֵּי יְתוֹמוֹת קְטַנּוֹת, וּמֵת, בָּא יָבָם עַל הָרִאשׁוֹנָה, וְחָזַר וּבָא עַל הַשְּׁנִיָּה, אוֹ שֶׁבָּא אָחִיו עַל הַשְּׁנִיָּה, לֹא פָסַל אֶת הָרִאשׁוֹנָה. וְכֵן שְׁתֵּי חֵרְשׁוֹת. קְטַנָּה וְחֵרֶשֶׁת, בָּא יָבָם עַל הַקְּטַנָּה, וְחָזַר וּבָא עַל הַחֵרֶשֶׁת, אוֹ שֶׁבָּא אָחִיו עַל הַחֵרֶשֶׁת, לֹא פָסַל אֶת הַקְּטַנָּה. בָּא יָבָם עַל הַחֵרֶשֶׁת, וְחָזַר וּבָא עַל הַקְּטַנָּה, אוֹ שֶׁבָּא אָחִיו עַל הַקְּטַנָּה, פָּסַל אֶת הַחֵרֶשֶׁת:

Se alguém fosse casado com dois órfãos-menores e ele morresse —se o yavam coabita com o primeiro e depois com o segundo, ou se o irmão coabita com o segundo, o primeiro não é tornado impróprio. [Porque a sua coabitação é igual. Se o primeiro é adquirido (por meio dele), ela é sua esposa, e a coabitação do segundo é de z'nuth. E se ela não é adquirida, ambos são estranhos para ele, pois eles (da mesma forma) não foram adquiridos por seu irmão. E ele fica com o primeiro, pois ela não se tornou imprópria para ele. Mas ele não fica com o segundo, pois pode ser que eles tenham sido adquiridos, de modo que depois que ele coabitou com o primeiro, o segundo lhe foi proibido por causa de "duas casas".] O mesmo se aplica a dois surdos-mudos. Um menor e um surdo-mudo—se o yavam coabita com o menor e depois com o surdo-mudo, ou se seu irmão coabita com o surdo-mudo, o menor não se torna impróprio para ele. Se o yavam coabita com o surdo-mudo e depois com o menor, ou se seu irmão coabita com o menor, o surdo-mudo se torna inadequado para ele. [Pois pode ser que o menor seja completamente adquirido e o surdo-mudo seja parcialmente adquirido, de modo que (o interdito de) "duas casas" seja obtido. Pois assim concluímos na gemara que um menor é totalmente adquirido, pois está apto para a coabitação no futuro.—ou não adquirido. E um surdo-mudo é adquirido e "deixado de lado"; isto é, parcialmente e não totalmente adquirido. E mesmo assim, se ele coabita com o surdo-mudo depois de coabitar com o menor, ele não torna o menor inapto, seja qual for o caso, a saber: se o menor for completamente adquirido, ele a adquiriu e a subsequente coabitação com o surdo-mudo não tem significado nesse sentido. E se ela não é adquirida, ela também não foi adquirida pelo irmão dele, de modo que ela é uma estranha. Mas se ele coabita primeiro com o surdo-mudo e depois com o menor, ele torna o surdo-mudo inapto. Pois pode ser que o menor tenha sido completamente adquirido; nesse caso, a aquisição do surdo-mudo, que é apenas parcial, é invalidada. (Algumas versões dizem o seguinte: Se ele coabita com o menor e depois com o surdo-mudo, ele o torna impróprio para ele, sendo este um decreto em relação ao convívio com o surdo-mudo e depois com o menor.) ]

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